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Por entre a História e os mercados de Istambul

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Texto: Patrícia Coelho | 20.Mar.2019
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Para além da icónica Praça Taksim e as suas emoções, da vibrante Avenida Istiklal e suas tentações, Istambul esconde um incrível legado de História e vida, que nos lembra o quão pequenos somos, nessa linha infinita e fugidia que é o tempo.

Tesouros subterrâneos
Existem centenas de cisternas subterrâneas em Istambul. Foram construídas prevendo um cerco à cidade e a destruição do aqueduto. A maior cisterna fica a poucos metros da Basílica de Santa Sofia e ocupa uma área de dez quilómetros quadrados.

Desce-se as escadas até esse lugar onde se caminha sobre trinta milhões de litros de água, entre mais de trezentas colunas romanas, transportadas desde templos da Anatólia e dispostas em geometria perfeita. Debaixo de luzes vermelhas, os visitantes caminham pelas passadeiras e dirigem-se à coluna que assenta sobre a escultura de uma cabeça da Medusa, onde tiram milhares de fotografias.

Mercados
No Grande Bazar de Istambul há mil e um olhos de vidro à venda: há exemplares de todos os tamanhos, com todas as formas, em pulseiras, ímans para o frigorífico, pingentes, porta-chaves. A avaliar pela quantidade de amuletos, seria de pensar que a Turquia é o país do mundo com mais invejosos.

Os olhos de vidro são um produto muito comum nas cerca de três mil lojas que compõem essas sessenta ruas cobertas, um dos maiores e mais antigos mercados cobertos do mundo. No interior do Grande Bazar, os espaços são divididos por tapetes, couros, joalharia, roupas, mobiliário, etc. Mas o Grande Bazar é muito mais que o mercado, há arquitetura e história, há as pessoas: elásticos e equilibristas, entre as multidões, passam rapazes com tabuleiros de copinhos com chá.

Saindo por uma das portas do Grande Bazar, chega-se sempre a ruas de lojas. Ao ar livre, parece haver ainda mais barulho, está mais alto o volume da música das lojas. Mas às horas certas, de repente, as vozes dos altifalantes das mesquitas calam toda a gente, impondo um silêncio solene.

No interior do Grande Bazar, os espaços são divididos por tapetes, couros, joalharia, roupas, mobiliário, etc.

Desde o Grande Bazar ao Bazar das Especiarias é sempre a descer e nunca se passa por uma rua sem lojas. Apesar de mais pequeno, é o segundo maior mercado coberto da cidade. De dimensão mais razoável, ambiente mais tranquilo, aparenta, de um modo geral, ter produtos mais sofisticados mas, na realidade, continua a vender amuletos contra o mau–olhado em quase todas as lojas.

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