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À descoberta dos recantos mais fotogénicos de Veneza

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Texto: Patrícia Coelho | 20.Mar.2019
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Os canais da idílica cidade italiana de Veneza conduzem-nos a nada menos que oitenta ilhas, algumas pouco mais do que um punhado de terra à beira da submersão, outras pequenos santuários que só se contemplam ao longe. Mas há muitas dignas de visita, capazes até de esgotar o cartão de memória de um telemóvel ou máquina fotográfica – e ainda deixar alguns recantos por fotografar.

San Michele
Há uma ilha que toda a gente fotografa, mas onde poucos se aventuram. É a ilha de San Michele, ultrafotogénica sobretudo por causa da sua aparência de ilha-fortaleza emoldurada por sólidas muradas e coroada por uma magnífica igreja da escola dos Lombardi, em 1469. Um marco na arquitetura local, a Igreja de São Miguel simboliza a descolagem do gótico e a adesão de Veneza à Renascença. Mas San Michele é também uma ilha-cemitério, certamente única no mundo, já que foi construída por razões sanitárias longe da cidade durante o período de regência napoleónica.
O cemitério é um lugar com uma vibração peculiar e meia dúzia de campas famosas, incluindo as últimas moradas de celebridades como os poetas Ezra Pound e Joseph Brodsky ou o compositor Igor Stravinsky.

Torcello
Vale a pena resistir a fazer escala nas ilhas intermédias e só desembarcar mesmo em Torcello. Esta ilha é Veneza antes de Veneza: foi aqui que a cidade nasceu, embora apenas restem alguns resquícios desses tempos, já engolidos pela força da natureza.

Primeiro destino de povoamento da lagoa, Torcello tinha dez mil habitantes no século X, mas o recuo das águas e a malária condenaram-na ao despovoamento e quase completo desmantelamento. Resistiram a prodigiosa Basílica de Santa Maria da Assunção (do ano 639), prendada com majestosas colunas gregas e sumptuosos mosaicos bizantinos, a igreja que guarda as relíquias de Santa Fosca (dos séculos XI-XIII) e o original cadeirão de mármore onde a lenda diz que se sentava Átila, rei dos Hunos.

Entre o vaporetto e a basílica há uma Ponte do Diabo, onde toda a gente se detém para se fazer fotografar e espantar superstições, mas quase tudo o resto em volta é mato. As igrejas e as relíquias ancestrais, toda a mística mais o enlevo do verde invasor convergem para fazer de Torcello um dos locais mais encantadores da lagoa.

Vale a pena descobrir conhecer as ilhas de Veneza, pois há mais nesta cidade de canais do que no primeiro passeio de gôndola nos parece.

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